Pular para o conteúdo principal

O que você pensa sobre o Natal?

Não sei qual a sua relação com o Natal, a minha não poderia ser melhor. A data litúrgica que por muitas vezes é substituída pela data apenas festiva, presenteavel e consumidora.
Não vou ser hipócrita, a maioria das minhas memórias afetivas relacionadas a essa data estão intimamente ligadas a comida, dos presentes, a família reunida. Não me lembro de acreditar em Papai Noel. Mas sempre gostei - gosto - da representação do "bom velhinho".
Por ser de família católica, e estudar em colégio religioso na minha infância, sempre soube e tive em mente o verdadeiro sentido do Natal: o nascimento de Jesus Cristo.
Sempre me fascinou pensar que Deus estivesse em sua plenitude ali, naquele bebê. E que aquele bebezinho seria, o Salvador, o Meu.
Aquele bebê veio passar A MENSAGEM. Veio SER entre nós, e por causa de nossos pecados teve que morrer por nós. Mas, isso é assunto para outro momento litúrgico.
No Natal desde sempre senti que a esperança nasce, que a alegria que sentimos com o nascimento de uma criança, ainda mais sendo essa criança o próprio filho de Deus.
Deu para notar que meus sentimentos para com essa data são, principalmente, infantis. Essa encanto ainda não saiu de mim. E nem quero que saia, muito pelo contrário gostaria que me sentisse o ano todo como eu me sinto no Natal.
Feliz Natal para você!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Lídia e Marcenda: Os dois amores em O ano da morte de Ricardo Reis

Escrito por Dayane Soares Cavalcante O presente trabalho vem destacar as personagens femininas no romance  O ano da morte de Ricardo Reis,  de  José Saramago,  suas relações com o protagonista, suas personalidades completamente opostas  e perceber como essas representações do feminino contribuem  para a trama que destaca os últimos meses do ano da vida de Ricardo Reis. O ano da morte de Ricardo Reis  é um romance de José Saramago lançado em 1984 que se propõe a ficcionalizar um dos heterônimos de Fernando Pessoa. O escritor  modernista  teve vários heterônimos com perfis literários diferentes como: Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, além do próprio Ricardo Reis; esses, que se destacam entre os mais famosos, tinham uma biografia criada pelo próprio Pessoa para cada um deles. Após a morte do próprio Pessoa, em 1935, seu heterônimo permanece vivo no romance de Saramago. Ele se propõe a contar os últimos meses da vida do, que se passaria...

Casamento e filhos - a polêmica de sonhar com isso

Casa. 4 quartos. 3 filhos. Viagem todo ano.  Álbum de família. Álbum de casamento. Netos. Família. Hoje em dia esse pacote completo pode estar nos sonhos da mulher? Parece que sim. Mas, nem sempre. Quando em grupo de mulheres você diz que o seu sonho é o casamento com filhos, os olhares se tornam como olhares de coitadismos. Muito tempo eu demorei para admitir isso para outras pessoas, assim como para mim mesma.  Não era fácil, depois de crescer ouvindo que casar não dava em nada, que não era para eu casar caso eu pudesse. Tentava me convencer que o que eu realmente sonhava era viajar - e realmente é, mas não sozinha-, que o foco seria a minha carreira, essa a qual eu nem sabia qual ia querer, até hoje realmente eu não sei ainda muito bem, mas algo que sempre morou dentro de mim era a vontade de construir a minha família, quando eu comecei a ver exemplos de família do jeito que eu queria viver, e que dava certo, ao contrário do que tentavam me convencer a vida tod...

Quais livros de José Saramago viraram filme?

Duas obras do escritor José Saramago foram adaptadas para o cinema, a primeira foi  O Ensaio sobre a Cegueira,  livro lançado em 1995 e adaptado  e m 2008, dirigido por Fernando Meireles, diretor brasileiro de  Cidade de Deus . produção protagonizada por grandes nomes de Hollywood como: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga, Gael Garcia Bernal, Danny Glover, entre outros grandes nomes. Veja o trailer a seguir:  SINOPSE E DETALHES Uma inédita e inexplicável epidemia de cegueira atinge uma cidade. Chamada de "cegueira branca", já que as pessoas atingidas apenas passam a ver uma superfície leitosa, a doença surge inicialmente em um homem no trânsito e, pouco a pouco, se espalha pelo país. À medida que os afetados são colocados em quarentena e os serviços oferecidos pelo Estado começam a falhar as pessoas passam a lutar por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. Nesta situação a única pessoa que ainda consegue enxergar é a mul...