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Desistir, autossabotagem e The Walking Dead

Continuando o texto anterior, vamos falar sobre a minha aversão a persistência, ou atração pela autossabotagem, ou ainda, simples covardia. Acho que covardia é o nome certo para essa “coisa” que me acomete. Se você é uma pessoa super “Não desista dos seus sonhos”, “Viver vale a pena” e “Desistir jamais!” tudo o que eu vou falar aqui vai soar praticamente incompreensível, mas vou tentar explicar como é, mas já digo logo que não sei o porquê, e que não chegaremos a conclusão de nada no final do texto. Já você que assim como eu é um desistente, fique, se identifique, e perceba que você não está só. Bom, a explicação é que tudo o que começa com certa animação e interesse chega a um ponto que demanda esforço, desafios que podem ser ultrapassados por pessoas normais, mas não por mim. A decisão de começar qualquer coisa, antes até me animava de verdade, mas hoje em dia eu só sei que será mais uma coisa inacabada na minha vida. E além de não conseguir terminar quase nada que eu me proponh...

Stephen King mandou escrever, então, escrevi

Olha só quem está de volta!! Sim, eu mesma. Minha versão escritora. Essa minha versão, apesar de ser uma das mais desejadas e queridas por mim, nunca foi uma das mais bem sucedidas da minha vida. Nunca achei que realmente escrevia bem, mas escrever é uma necessidade do meu ser que fica muito mais enclausurado do que exposto e isso me faz mal, só pode fazer. Estou tentando voltar a escrever. Preciso escrever melhor já que sou graduando em Letras. E por enquanto escrevo, tão, mas, tão mal que... Coitados dos meus futuros alunos...  Mas, estou agora lendo um livro do Stephen King, "Sobre a Escrita", em que ele conta como foram os passos para ele se tornar tudo o que ele se tornou como escritor, e os processos criativos que ele usa para a escrever seus livros. É muito fascinante. Vendo o que ele recomenda como coisas obrigatórias para qualquer um que pretenda escrever alguma coisa na vida, fui identificando que várias delas eu já tenho. Um conhecimento da língua a qual i...

Último dia do ano

Esse é aquele dia que, pelo menos eu, sinto a necessidade de repensar tudo o que aconteceu durante o ano. Fazer um RETROSPECTIVA 2015 DA MINHA VIDA. Isso acontece em dois momentos no meu ano, e todos no mês de dezembro: no meu aniversário e no fim do ano, assim nos últimos dias. Mas, nesses últimos dias a vibe é muito mais gostosa pra mim, vai entender, meu aniversário eu sempre tô meio mal, como eu já disse uns posts atrás. Mas, eu vim aqui recapitular 2015 com vocês, o meu 2015, na verdade, e vou começar por uma coisa além dos acontecimentos propriamente ditos, eu mudei a maneira com que eu vejo as coisas. UAU! E como isso muda o mundo ao redor. Calma, vou explicar. Eu ainda sou meio reclamona, mas eu estou me policiando muito mais para ver e transmitir as coisas de forma positiva, sabe. O mundo já está muito cheio de vibe negativa, e a minha vida é mínima pra ficar recebendo a carga pesada do mundo inteiro, então, primeira coisa: comecei a prestar atenção e a filtrar as cois...

Eu li: O presente - Cecilia Ahern

Li na semana de Natal esse livro que também se passa nessa semana do ano Conta história dentro de uma história, a história que vai te dar uma lição da finitude do tempo, para nós pelo menos, e as coisas que nós damos valor ao longo do nosso tempo com as pessoas que amamos. A vida de Lou o protagonista desta anedota é a vida de um workaholic, que mal conhece a família e tem o prazer de viver em seu trabalho, até que um dia ele é perturbado pela presença de um morador de rua que está ali engraxando seus sapatos, aquele homem que sempre esteve ali chama sua atenção e dai para frente seu comportamento muda, o que traz para a sua rotina maluca de trabalho uns toques de semancól. A história é triste, Lou a princípio é intragável. Um livro 3 estrelas, eu esperava uma histórinha mais felz, pois eu só sinto alegria nessa época do ano, e esse livro me deixou meio down, mas cumpriu seu propósito e me fez pensar em como devemos viver as coisas aqui na terra e em como devemos passar os mome...

O que eu achei de: The Lizzie Bennet diaries

Baseado no livro Orgulho e Preconceito, Os diários de Lizzie Bennet, é uma adaptação da história do clássico ao formato de vlog que pode ser encontrado no Youtube sendo pesquisado pelo nome da série, The Lizzie Bennet Diaries. Nunca tive contato com a obra original, nem pelo livro, apesar de te-lo e nem pelos filmes e séries, que apesar de adaptações tentam retratar o livro.  Mas, sei da história por ser tão falada, meio que já sabia do contexto geral. E eu amei a série, com pequenos episódios, doses de humor e drama, os diários de Lizzie Bennet são apaixonantes, e vou dizer você não vai querer parar de assistir e sim, eu estou cada vez mais curiosa de pegar o livro para ler, e com certeza ele pulou vários lugares na minha lista de leituras e está nos meus planos para o primeiro trimestre de leitura.  Me identificar e me apaixonar por Darcy junto com Lizzie foi mágico e além de ter me dado vontade de ler Orgulho e preconceito tem me dado muita vontade de ler os outros livr...

O que você pensa sobre o Natal?

Não sei qual a sua relação com o Natal, a minha não poderia ser melhor. A data litúrgica que por muitas vezes é substituída pela data apenas festiva, presenteavel e consumidora. Não vou ser hipócrita, a maioria das minhas memórias afetivas relacionadas a essa data estão intimamente ligadas a comida, dos presentes, a família reunida. Não me lembro de acreditar em Papai Noel. Mas sempre gostei - gosto - da representação do "bom velhinho". Por ser de família católica, e estudar em colégio religioso na minha infância, sempre soube e tive em mente o verdadeiro sentido do Natal: o nascimento de Jesus Cristo. Sempre me fascinou pensar que Deus estivesse em sua plenitude ali, naquele bebê. E que aquele bebezinho seria, o Salvador, o Meu. Aquele bebê veio passar A MENSAGEM. Veio SER entre nós, e por causa de nossos pecados teve que morrer por nós. Mas, isso é assunto para outro momento litúrgico. No Natal desde sempre senti que a esperança nasce, que a alegria que sentimos...

As minhas 5 séries preferidas

Olá pessoal vim aqui pra compartilhar com vocês minhas séries favoritas da vida, atualmente, mas sempre estarei aberta a mudanças. Friends Simplesmente porque sempre será, outra não há, então. Primeirissimo lugar, Friends tem um humor ácido, crítico e bobo na medida certa. Piadas que as vezes você tem que está prestando muita atenção para poder entender. Fora os romances que são uma delícia de acompanhar, difícil encontrar em outra série que tenha um grupo de personagens que seja tão cativante quanto o dessa série. Amor da vida <3 How I met your Mother Muito parecida com Friends em vários aspectos, e muito criticada por esse mesmo motivo. How I met your Mother tem a premissa de, como esclarece o nome da série, um cara está contando aos seus filhos como ele conheceu a mãe deles. E mostra as histórias de um grupo de 5 amigos, e em 8 temporadas a história é contada e eu aviso a todos os que se interessarem por assistir essa série, sim, ele só conta a parte da sua espos...